Nada acontece por acaso.
Isto é sabido.
Não existe coincidência. Há uma lei infalível.
E a ela estamos todos sujeitos: a Lei da Causalidade ou Causa e
Efeito, a lei das leis.
Não te lamentes, pois, nem acuses ninguém, se a vida te envolver em
situações desagradáveis. Sempre foste, és e serás o construtor das
linhas básicas do teu destino. És o causador das dores físicas ou
morais que te atormentarem, como o das alegrias que te fizerem
sorrir e ser feliz, quando resultado de tuas ações.
Se assim é, cabe a ti, somente a ti, buscar a tua paz, tua
felicidade, teu bem-estar físico, moral ou espiritual.
Dizes que não é possível que assim seja, que não te recordas de
teres ferido ninguém, que não provocaste as situações penosas em
que às vezes te encontras. E acusas a vida, o destino e até o
próprio Deus.
Esqueces que não há castigo nem prêmio vindo de fora de nós, mas
como resultantes do que saiu de nós: nossos atos, palavras,
pensamentos e sentimentos.
Fechas sempre teus olhos e ouvidos a tudo o que pensas ou fazes de
errado; embora não esqueças de enunciar com certa vaidade algum bem
ou atitude generosa que tenhas praticado. Fazes questão de
aplausos, de elogios... "Que a tua mão esquerda não saiba o que faz
a direita", está escrito. Ainda te vanglorias muito, o que, sem
dúvida, prejudica grandemente tuas boas ações.
É prova de imaturidade espiritual as queixas por ofensas e
injustiças recebidas e a exaltação das próprias qualidades.
O bem que se faz em atos, pensamentos ou sentimentos é gratificado
no momento da ação. É a paz que fica conosco. Não alardeemos nunca
o bem, nem o mal. A lei se cumprirá sem que precisemos
intervir.
Procuremos fazer o melhor que pudermos, dentro das nossas
possibilidades, rogando a Deus que nos oriente e nos mostre o
caminho que nos conduzirá de volta à casa
paterna.


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Encontro Marcado
Eu olho para você
Para Refleti 6

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